Ao Jesuit Refugee Service o Pontífice recorda a necessidade de defender os direitos dos refugiados – Um nome e um semblante
Ao recomendar fidelidade ao ideal do padre Arrupe, que em 1980 deu vida à estrutura de acolhimento, o Pontífice voltou a propor os «três pontos fundamentais da vossa missão: acompanhar, servir e defender os direitos dos refugiados».
Em particular, Francisco frisou o direito à educação, ressaltando que «as escolas são espaços de liberdade», «lugares de partilha, também com crianças de diferentes culturas, etnias e religiões».
Para o Papa, «oferecer educação é muito mais do que dispensar noções. É uma intervenção que oferece aos refugiados algo pelo que ir mais além da sobrevivência, manter viva a esperança, acreditar no futuro e fazer projectos». Por isso, afirmou, «dar às crianças um banco de estola é o presente mais bonito que possais oferecer».
Fonte: L’Osservatore Romano
